Ser mulher atual…
não depende da idade.
Nem da cidade.
Pode ser aqui,
em Mauá,
em Santo André,
no meio da pressa de São Paulo.
Pode ser numa rua tranquila do interior do Norte,
numa cidade quente do Nordeste,
ou em um lugar do mundo
onde ser mulher ainda exige coragem só para existir.
Ser mulher atual muda de endereço.
Muda de idioma.
Muda de realidade.
Mas nunca muda de força.
Porque ser mulher atual
é acordar cedo para lutar pelo próprio sonho
ou pelo sonho de quem você ama.
É trabalhar,
trabalhar.
Estudar,
estudar.
Treinar,
correr,
cuidar,
se cuidar.
É cair…
e ainda assim escolher se levantar bonita.
Bonita de presença.
Bonita de atitude.
Bonita de quem continua.
Ser atual não é só acompanhar o tempo.
É atravessar o tempo.
É ser Edith,
com noventa anos
e ainda perfumada de vida.
É ser Nina,
carregando elegância de mãe para filha,
de filha para neta,
de neta para bisneta.
É ser Silmara,
Silvana,
Néia…


Mulheres que formam outras mulheres.
É ser Elaine,
Leda,
Dilma…
Cuidando de vidas
enquanto continuam vivendo as próprias.
Ser atual não é só sobre moda.
Nem sobre estética.
Ser atual é resistência.
É disciplina.
É o jeito de caminhar
mesmo quando o mundo muda
e o corpo muda
e a vida muda.
Ser atual
é continuar sendo você.
Com coragem.
Com estilo.
Com história.
Porque mulheres sempre atuais
não seguem o tempo.
Elas deixam legado nele.

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